segunda-feira, 18 de junho de 2007

OTAKU, UMA NOVA MANI O lixo ainda preocupa

Em Belo Horizonte, jovens entre 12 e 21 anos se destacam na cidade com uma nova mania japonesa. Eles adoram andar em grupos e chamam atenção por onde passam com roupas colorida e penteados diferentes. É mais uma tribo urbana que se reúne quase sempre em eventos para trocar e ficar por dentro das novidades relacionadas à animes e mangás que são revistas e quadrinho de desenhos japoneses. Felipe Mendes, de 20 anos e otaku deste os 13 anos, conta que não sabe explicar o que é ser um otaku, mais explica que ele se identifica com o grupo e que pretende ser otaku por muito tempo.


Os Otakus gostam de se comunicarem na língua japonesa e apesar de serem visto como jovens isolados alguns jovens dizem que participar dessa tribo é uma maneira nova de fazer amigos. Pais e familiares também confirmam o fato. Ana Luiza, tia de Carolina de 13 anos comentou que a sobrinha era muito tímida antes de entrar para a tribo Otaku e agora fez várias amizades. “Eu gosto de incentivar, quando tem evento eu que arrumo a roupa e decoro as unhas dela, faço umas coisas bem originais”, disse Ana.

O que fazer com o lixo ?

Residuos ainda preocupam


Na cidade de Belo Horizonte são recolhidos por dia cerca de 4.200 toneladas de lixo. Devido o aumento do consumo de alimentos industrializados e outros fatores como o da comodidade e incentivo a utilização de produtos descartáveis, esse volume cresce a cada dia.

O cenário preocupa especialistas da área, pois o aterro sanitário que fica no BR-040 e para onde é destinado todo o lixo da capital só poderá funcionar até dezembro deste ano. O aterro só pode funcionar até que a vala onde estão sendo aterrados os resíduos atinja a cota de 930 metros.
Segundo a secretária de meio ambiente de Ribeirão das Neves, Eliane Ribeiro, o lixo ainda preocupa, pois o impacto ambiental que os aterros provocam é muito grande. Explica que existem maneiras para reduzir o impacto ambiental ao se dispor do lixo urbano, mais o custo é extremamente alto e outras tecnologias novas é um campo muito arriscado para investir, conclui.

A Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte tem um plano de minimização de problemas relacionados a resíduos sólidos e encorajam algumas práticas de educação ambiental para garantir a sustentabilidade dos aterros sanitários no município. Entre as medidas estão a redução do lixo, o processo de reciclagem, a inclusão social, a geração de renda e a mobilização social da comunidade, usando recursos como as campanhas educativas em diversos espaços públicos.
Essas medidas quase utopicas considerando a situação atual ,parecem realmente serem as unicas capazes de resolver o problema. Mas antes (e até para) serem colocadas em pratica é necessario educar a população .