terça-feira, 3 de julho de 2007

ANÁLISE COMPARATIVA DOS SITES: AGÊNCIA BRASIL E JORNAL PEQUENO

Agência Brasil

O jornal agência Brasil distribui as matérias principais ao lado esquerdo, dando destaque no título de todas as matérias. O usuário pode navegar pelo site, podendo, a partir desses títulos, optar por assuntos mais direcionados ao que procura. Os principais assuntos que funcionam como editorias, congresso nacional, economia, educação, governo, justiça, meio ambiente, política externa, presidência da república, saúde e transportes, estão localizadas na parte de baixo da página inicial, também permite ao usuário criar o ponto de partida do foco de seu interesse.

O site oferece uma multiplicidade de texto intratextuais. Em cada matéria, há no mínimo um texto complementado o primeiro texto. Dessa forma cria uma continuidade informativa através de diferentes textos, porém dentro de uma mesma temática. Os recursos que são utilizados no site facilitam a navegação e a localização dentro do site, como os menus de guia e o próprio design do site.

Sobre a interatividade, o site está usa recursos que permite uma relação interativa entre o usuário e a produção. Até onde eu pude analisar, existem ferramentas, onde o usuário pode além de enviar a matéria por e-mail e imprimir, ele pode também comentar os erros encontrados na reportagem. O usuário participa ativamente na construção do produto sugerindo e interferindo no produto final.

A maioria dos links desse site é de classificado como link conjuntivo, ao clicar no link da matéria o usuário é remetido à outra lexia, mas a janela do programa navegador permanece a mesma, muda só o conteúdo que aparece na tela. Existem alguns links que proporcionam a experiência de simultaneidade, onde duas janelas ficam abertas ao mesmo tempo. São poucos os links disjuntivos. Nem nos vídeos multimídia é empregado o link disjuntivo no site.

O site proporciona um universo de abrangência muito grande em relação aos links intratextuais, quase todos os links são internos, remetem o leitor para lexias dentro do próprio site. Não vemos tanto os links intertextuais. Esses são recursos que eu não tive possibilidade de analisar por problemas no site. O conteúdo do site é bem informativo. Através das editorias, o webjornal cria uma organização sobre os conteúdos jornalísticos.



Jornal Pequeno

O webjornal jornalpequeno.com.br é um jornal que permite o usuário criar um ponto de partida de seu interesse através dos menus que estão localizados ao lado esquerdo, e nas reportagens de destaque da página principal. Os textos são elaborados por apenas uma pessoa, quero dizer, que não visualizei no site textos complementados com assuntos correlatos por outra pessoa. Sobre as categorias hipertextuais de intratextualidade e intertextualidade não identifique praticamente nada no site.

O site é de fácil navegação. Ele utiliza recursos simples para que o usuário não se perca. O design do webjornal também é simples, que dá impressão de um site pequeno. Quase todos os links são conjuntivos. O leitor raramente vai ser remetido à outra lexia. Normalmente no site jornalpequeno só é mudado o conteúdo quando se clica em algum link. Exceto nos serviços que o site oferece que se abre outra lexia, duas janelas simultaneamente. Esse último é classificado como um link disjuntivo.

Sobre o universo de abrangência dos links, os links internos são mais utilizados. O site é organizado em sessões e suplementos a fim de organizar o conteúdo informativo do site. Esses links indicam as editorias e integram a narrativa do fato jornalístico. Em relação ao tipo de informação oferecida através do link o site possibilita como previsão do tempo, cotação das moedas, bolsa de valores, classificados. O site oferece serviços de outras empresas e o webjornal apenas oferece o link que vai remeter para outro site.


CONCLUSÃO


Considerando todos os recursos que foram utilizados nos dois sites, a agenciabrasil.gov.br e o jornalpequeno.com.br usam de forma parecida as categorias os tipos e os tipos de links e o tipo de informação. A categoria mais adotada em relação à hipertextualidade foi a descentralizada, que acho importante para o leitor ter uma boa imagem do site, não se perder e sua busca se tornar mais objetiva. Nos dois sites, percebi que a intratextualidade foi preferência. Acredito que esse recurso funciona bem, quando o interesse é que o leitor não sai daquele programa navegador.

Não identifiquei no site jornalpequeno.com.br a multivocalidade. Uma categoria necessária para um webjornal, onde são disponíveis várias versões de um mesmo fato, poderia ser mais utilizada. Nesse caso o leitor tiraria suas próprias conclusões acerca do fato.

O site agenciabrasil.gov.br tem uma interatividade muito boa com os seus leitores e facilita navegação com recursos de links, mais especificamente os conjutivos, intratextuais. Para uma navegação mais rápida, achei o site melhor. É um site bem elaborado e com diversidade de assuntos.

O site jornal pequeno perde um pouco em relação ao primeiro site analisado se tratando de design e extensão, mas quanto ao tipo de informação ele atende, nas suas sessões e suplementos e nos serviços que disponibiliza, alguns com links disjuntivos.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

OTAKU, UMA NOVA MANI O lixo ainda preocupa

Em Belo Horizonte, jovens entre 12 e 21 anos se destacam na cidade com uma nova mania japonesa. Eles adoram andar em grupos e chamam atenção por onde passam com roupas colorida e penteados diferentes. É mais uma tribo urbana que se reúne quase sempre em eventos para trocar e ficar por dentro das novidades relacionadas à animes e mangás que são revistas e quadrinho de desenhos japoneses. Felipe Mendes, de 20 anos e otaku deste os 13 anos, conta que não sabe explicar o que é ser um otaku, mais explica que ele se identifica com o grupo e que pretende ser otaku por muito tempo.


Os Otakus gostam de se comunicarem na língua japonesa e apesar de serem visto como jovens isolados alguns jovens dizem que participar dessa tribo é uma maneira nova de fazer amigos. Pais e familiares também confirmam o fato. Ana Luiza, tia de Carolina de 13 anos comentou que a sobrinha era muito tímida antes de entrar para a tribo Otaku e agora fez várias amizades. “Eu gosto de incentivar, quando tem evento eu que arrumo a roupa e decoro as unhas dela, faço umas coisas bem originais”, disse Ana.

O que fazer com o lixo ?

Residuos ainda preocupam


Na cidade de Belo Horizonte são recolhidos por dia cerca de 4.200 toneladas de lixo. Devido o aumento do consumo de alimentos industrializados e outros fatores como o da comodidade e incentivo a utilização de produtos descartáveis, esse volume cresce a cada dia.

O cenário preocupa especialistas da área, pois o aterro sanitário que fica no BR-040 e para onde é destinado todo o lixo da capital só poderá funcionar até dezembro deste ano. O aterro só pode funcionar até que a vala onde estão sendo aterrados os resíduos atinja a cota de 930 metros.
Segundo a secretária de meio ambiente de Ribeirão das Neves, Eliane Ribeiro, o lixo ainda preocupa, pois o impacto ambiental que os aterros provocam é muito grande. Explica que existem maneiras para reduzir o impacto ambiental ao se dispor do lixo urbano, mais o custo é extremamente alto e outras tecnologias novas é um campo muito arriscado para investir, conclui.

A Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte tem um plano de minimização de problemas relacionados a resíduos sólidos e encorajam algumas práticas de educação ambiental para garantir a sustentabilidade dos aterros sanitários no município. Entre as medidas estão a redução do lixo, o processo de reciclagem, a inclusão social, a geração de renda e a mobilização social da comunidade, usando recursos como as campanhas educativas em diversos espaços públicos.
Essas medidas quase utopicas considerando a situação atual ,parecem realmente serem as unicas capazes de resolver o problema. Mas antes (e até para) serem colocadas em pratica é necessario educar a população .

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

teste

o cruzeiro é o melhor time do mundo!